Últimos comentários

Aihhh que lindoo!!! O texto da ana ...

06/05/2008 @ 03:04:36
por lilian


Calendário

Setembro 2010
DomSegTerQuaQuiSexSab
 << < > >>
   1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Previsão

Anúncio

Quem está conectado?

Membro: 0
Visitante: 1

rss Sindicação

Links

    06 Maio 2008 

    Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém. Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.Minha primeira experiência com esse gênio-na-garrafa veio um dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até pensei: o telefone!Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse "Uma informação por favor". Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. "Informações". "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. "A sua mãe não está em casa?", ela perguntou. "Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?" "Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, tá doendo..." "Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. "Eu respondi que sim." "Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz. Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philaddelphia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.
    Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola? Ela deve Ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente. "Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..."
    De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
    No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar. "Você sabe como se escreve "exceção?" Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacífico.Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia àquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória.
    Frequentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seatle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.
    Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: "Uma informação, por favor". Como um milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações." Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve Exceção?" Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul." Eu ri. "Então, é voce mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo." "Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significava para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse". "Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã. "É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally." Três meses depois eu fui a Seatle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu: "Informações." Eu pedi para chamar a Sally. "Você é amigo dela?", a voz perguntou. "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul." "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas." Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?" "Sim" "A Sally deixou uma mensagem para você.
    Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse.
    Eu vou ler para você".A mensagem dizia: "Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também.
    Ele vai entender." Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...
    NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS.
    desconheço o autor


    Bond · 29 vistos · 0 comentários
    06 Maio 2008 

    O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que nascia tímido por entre as pedras. Foi seguindo-o por muito tempo. Aos poucos, o rio foi tomando volume e, bem mais adiante, dividiu-se em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.

    A música das águas atraiu o viajante, que foi descendo pelas pedras ao lado de uma das cachoeiras. Ali, finalmente descobriu uma gruta. Ali, com paciência, a natureza criara caprichosas formas. O viajante foi entrando e admirando as rochas gastas pelo tempo.

    De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos que nela estavam escritos. Eram versos do grande escritor Tagore, prêmio Nobel de literatura em 1913.

    “Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura, sua dança e sua canção. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir.”

    Assim também acontece na vida. Existem pessoas que explodem por coisa nenhuma e que desejam tudo arrumar aos gritos e pancadas. E existem as pessoas suaves, que sabem dosar a energia e tudo conseguem. São as criaturas que não falam muito, mas agem bastante. Enquanto muitos ainda se encontram à mesa de discussões para a tomada de decisões, elas já se encontram a postos, agindo...


    Bond · 22 vistos · 0 comentários
    05 Maio 2008 

    Uma noite eu tive um sonho...

    Sonhei que estava na praia com o Senhor e, através do Céu, passavam cenas de minha vida: Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era o meu e o outro era o do Senhor.

    Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás - para as nossas pegadas - e notei que, muitas vezes, no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.

    Notei também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso aborreceu-me deveras e perguntei, então, ao Senhor:

    - Senhor, Tu me dissestes que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo, todo o caminho, mas notei que, durante as maiores atribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da minha vida, apenas um par de pegadas. Não compreendo por que, nas horas que eu mais necessitava de Ti - Tu me deixastes?...

    E o Senhor me respondeu:

    - "Meu precioso filho, Eu te amo e jamais te deixaria, ainda mais nas horas das tuas dificuldades e dos teus sofrimentos. Quando vistes na areia, apenas um par de pegadas, foi porque, exatamente nesses momentos, Eu te carreguei nos meus braços".



    Bond · 30 vistos · 0 comentários
    03 Maio 2008 
    Ana era uma bonita menina de três anos de idade. Todos na casa tinham olhos azuis. Todos... menos Ana! O seu sonho era ter olhos azuis como o mar...


    Um dia, na aula de religião, ouviu a professora dizer:


    -Deus responde a todas as nossas orações!


    Ela pensou nessa frase o dia todo...


    À noite, quando foi dormir, ajoelhou-se ao lado da sua cama e rezou:- Pai do céu, muito obrigada por ter criado o mar que é tão bonito! Muito obrigada pela minha família. Muito obrigada pela minha vida! Gosto muito de todas as coisas que já fez e que faz! Mas gostaria de pedir, por favor, quando eu acordar amanhã, quero ter olhos azuis como os da mamãe! Amém.


    Ela teve fé. A fé pura e verdadeira de uma criança. E, quando acordou no dia seguinte, foi a correr ver-se ao espelho e quando olhou, qual era a cor de seus olhos? Castanhos.


    Por que é que Deus não ouviu a menina?


    Por que é que não atendeu o seu pedido? Isso teria fortalecido a sua fé.


    Bem, naquele dia Ana aprendeu que "não" também era resposta. A menina agradeceu a Deus do mesmo modo, mas... não entendia... só confiava.


    Anos depois, Ana foi ser missionária na Índia. Ela "comprava crianças para Deus". As crianças eram vendidas pelas suas famílias - que passavam fome - para serem sacrificadas no templo, e Ana comprava-as para as libertar desse sacrifício.


    Mas para poder entrar nos templos da Índia sem ser reconhecida como estrangeira, teve que se disfarçar de indiana: pôs pó de café na pele, cobriu o cabelo, vestiu-se como as mulheres locais e entrou livremente nos locais onde acontecia a venda de crianças.


    Ana podia caminhar tranqüilamente por todo o mercado, pois parecia ser uma indiana.


    Um dia, uma amiga missionária olhou para ela disfarçada e disse:


    -Incrível, Ana. Já pensaste como farias para te disfarçares se tivesses os olhos claros como a tua família? Que Deus inteligente nós servimos...Ele deu-te olhos bem escuros, pois sabia que isso seria essencial para a missão que te queria confiar!


    Essa amiga não sabia o quanto Ana tinha chorado na infância por não ter olhos azuis... Agora pôde, finalmente, entender o porquê daquele "não" de Deus há tantos anos atrás!



    Bond · 67 vistos · 1 comentário
    01 Maio 2008 
    "E por mais que meus olhos alcance as estrelas, jamais alcançaram o brilho intenso dos teus olhos, e por mais que o calor dos meus braços alcance o calor de um belo pôr do sol, jamais alcançaram o calor de seus braços acolhedores, e por mais que meus beijos alcancem a doçura do mais puro mel, jamais alcançará o doce néctar de seus beijos doces, e por mais que o amor que exista em meu coração alcance a raiz da minha alma, jamais alcançará o amor eterno que um dia existirá em seu coração..."

    Bond · 25 vistos · 0 comentários

    Página precedente  1, 2, 3, 4, 5  Próxima página