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    29 Abr 2008 
    Bond · 27 vistos · 0 comentários
    28 Abr 2008 
    Um cientista coloca um ratinho em uma gaiola, no início ele fica passeando de um lado para o outro, movido pela curiosidade, quando sentir fome, iráem direção ao alimento, ao tocar no prato no qual o pesquisador instalou o circuito elétrico o ratinho levará um choque forte, muito forte, tão forte que, senão desistir de tocá-lo poderá até morrer, depois do choque o ratinho correrá na direção oposta o prato, se pudéssemos lhe perguntar se tem fome, certamente responderia que não, porque a dor provocada pelo choque faz com que, despreze o alimento, depois de algum tempo, porém o ratinho, entrará em contato, com a dupla possibilidade, da morte, a morte pelo choque, ou pela fome. Quando a fome se tornar insuportável o ratinho vagarosamente irá de novo em direção ao prato nesse meio tempo, no entanto o pesquisador desligou o circuito e o prato não está mais eletrificado, porém ao chegar quase a tocá–lo o medo ficou tão grande que o ratinho terá a sensação que levou um segundo choque, haverá taquicardia, seus pêlos ficarão eretos, e ele correrá novamente em direção oposta ao prato, se perguntássemos o que aconteceu a resposta seria: Levei outro choque.Esqueceram de avisá-lo que a energia elétrica estava desligada, a partir desse momento o ratinho vai entrando numa tensão muito grande seu objetivo agora é encontrar uma posição intermediária entre o ponto da fome e o do alimento que lhe de uma certa tranqüilidade, qualquer estímulo súbito diferente que correr por perto como barulho, luminosidade ou algo que mude o ambiente levará o ratinho a uma reação de fuga, levará o ratinho a uma posição oposto do prato, é importante observar que ele nunca corre em direção a comida, que é, do que ele realmente precisa para sobreviver, se pesquisador empurrar o prato em direção ao rato, ele irá morrer em conseqüência de uma parada cardíaca, motivado pelo excesso de adrenalina causada pelo medo, do que o choque primitivo, se repita. É provável que você esteja se perguntando:Muito bem, mas o que isso tem a ver com o medo de amar?Tem tudo a ver!Muitas vezes vemos pessoas tomando choque sem sequer tocar no prato. Quantas vezes essa semana você teve vontade de convidar alguém para sair, para conversar, para ir a praia, ao cinema, e não o fez, temendo que a pessoa pudesse não ter tempo ou não gostasse da sua companhia, e desse modo acabou sentindo-se rejeitado, sem ao menos ter tentado, quantas vezes você se apaixonou, sem que outro jamais soubesse, do seu amor, quantas vezes você abandonou alguém com medo de ser abandonado antes, quantas vezes você sofreu só, com medo de pedir ajuda, e ficar dependente de alguém, quantas vezes se a afastou de um grande amor com medo de se comprometer, quantas vezes você não se entregou a um amor por medo de perde o controle da sua liberdade, quantas vezes você deixou de viver um grande amor com medo de sofrer de novo, quantas vezes você tomou um choque sem tocar no prato?Pense Nisso?

    Bond · 35 vistos · 0 comentários
    28 Abr 2008 
    Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve e teriam que esperar até o amanhecer para receberem socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio. Chegou à hora de cada um colocar mais lenha na fogueira. O primeiro homem, um racista, olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então raciocinou: “Aquele negro!!! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.” E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.O segundo homem um era avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma divida. Olhou ao redor, em torno do fogo bruxuleante e viu um homem da montanha, que mostrava a sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com seu lucro, pensou: “Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?”O terceiro era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão e seu pensamento era muito prático: “É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria a minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou suas lenhas com cuidado”.O quarto era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: “Esta nevasca pode durar vários vou guardar minha lenha”.O quinto homem parecia alheio a tido. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem passou pela sua cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões para pensar em ser útil.O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos”.Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis.A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer, quando os homens do socorro chegam na caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse: “O frio que os matou não foi o frio de fora, mas frio de dentro”.

    Bond · 29 vistos · 0 comentários
    27 Abr 2008 
    OLA! SEJA BEM VINDO 
    Para começar vou colar uma hitória  legalzinha divirta-se

    Cartas de um aluno da 3º série

     

    O que é uma avó?

    Uma avó é uma mulher velinha que não tem filhos. Ela gosta dos filhos dos outros. Um avô é um homem-avó. Ele leva os meninos pra passear e conversar com eles sobre pescarias e outros assuntos parecidos. As avós não fazem nada e por isso podem ficar mais tempo com agente. Como elas são velinhas, não conseguem rolar pelo  chão ou correr. Mas não faz mal, por que nos levam ao shopping e compram tudo o que nossos pais não querem comprar. Na casa delas tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros. Contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias da bíblia, histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas. Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, nos fazendo sentir o perfume. Avós nunca dizem “apresse-se”, “arrume seu quarto,” “coma com modos”.

    Normalmente, as avós são gordinhas, mais, mesmo assim, elas nos ajudam a arrumar os sapatos. Quase todas usam óculos e eu já vi uma tirando os dentes e as gengivas. Quando agente faz uma pergunta, a avó não diz: (menino, não vê que estou ocupado?!) ela pára pensa e responde de um jeito que agente entende. As avós sabem um bocado de coisas. As avós não falam com agente como se nós fôssemos umas criancinhas idiotas, nem apertam nosso queixo dizendo “que gracinha!” como fazem as visitas chatas. Quando lêem para nós, não pulam pedaços das histórias nem se importam de ler à mesma história varias vezes. O colo das avós é quente e fofinho, bom de agente sentar, quando está triste a minha avó sabe fazer uma festinha bem de leve na minha costa bem de leve que eu adoro. Todo mundo devia tentar ter uma avó  por que são os únicos que tem tempo para nós.

     

    Autor desconhecido


    Bond · 31 vistos · Deixe um comentário

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